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Mostrando postagens de Julho, 2010

ANIVERSÁRIO DO ARNOLDÃO

Em homenagem a um dos maiores ícones do cinema da minha infância, hoje fazendo aniversário, vamos de um top 10 dos meus filmes favoritos protagonizados pelo grande Arnoldão, também conhecido como Arnold Schwarzenegger. Estou levando em consideração a qualidade dos filmes e não as atuações, porque este tipo de talento por parte do sujeito, por mais que eu goste dele, não daria pra formar nem um top 3... hehe

1. CONAN – O BÁRBARO (1982), de John Millius
2. O VINGADOR DO FUTURO (Total Recall, 1990), de Paul Verhoeven
3. O EXTERMINADOR DO FUTURO 2 (Terminator 2, 1991), de James Cameron
4. COMANDO PARA MATAR (Commando, 1985), de Mark L. Lester
5. PREDADOR (1987), de John McTiernan
6. TRUE LIES (1995), de James Cameron
7. O EXTERMINADOR DO FUTURO (Terminator, 1984), de James Cameron
8. INFERNO VERMELHO (Red Heat, 1988), de Walter Hill
9. O ÚLTIMO GRANDE HERÓI (Last Action Hero, 1993), de John McTiernan
10. O SOBREVIVENTE (The Running Man1987), de Paul Michael Glaser

O homem tem ou não tem uma lista de…

RUTGER HAUER WITH A SHOTGUN

Não sei se alguém ainda lembra do concurso de trailers falsos realizado para o projeto GRINDHOUSE, de Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, há alguns anos. O vencedor naquela época foi HOBO WITH A SHOTGUN, uma sandice deliciosa sobre um mendigo que resolve eliminar a sujeira da cidade utilizando uma simples escopeta, como pode ser visto (ou relembrado) no trailer premiado abaixo:


Mas a boa notícia é que não é só MACHETE que terá a honra de ser extendido em sua versão longa metragem. Em 2011, teremos HOBO WITH A SHOTGUN estrelado por ninguém menos que RUTGER HAUER!!!

O trailer não deve demorar a sair, mas se os realizadores conseguirem manter no longa o espírito exploitation do trailer falso, já seria mais que extraordinário! Acho difícil, mas não impossível, principalmente com as declarações de alguns envolvidos dizendo que tiveram muita liberdade para filmar. De qualquer maneira, é provável que seja um exemplar obrigatório para os fãs do gênero aguardarem de joelhos no ano que vem.

LESÃO FUTEBOLÍSTICA E MUITOS FILMES

Não sou praticante assíduo, atualmente, de nenhum tipo de esporte, mas ontem inventei de jogar futebol com uma turma. Me dei mal. Com cinco minutos de jogo, senti uma fisgada forte na perna que quase me nocauteou. Não deu outra, estiramento na coxa, colocar gelo, pomadas e comprimidos anti-inflamatórios, repouso e, por conseqüência disso tudo, muitos e muitos filmes! Passei o resto do fim de semana na cama assistindo à várias belezinhas.

Curto e grosso sobre alguns exemplares da safra recente:
REPO MEN (2010) de Miguel Sapochnik: Acho que foi o único filme fraco que assisti nessa leva. É sobre um sujeito (Jude Law) que trabalha reavendo (sem anestesia) os órgãos artificiais dos clientes que não conseguem pagar o produto, até que um dia ele precisa de um coração novo, mas também não consegue pagar pelo órgão e agora passa a ser perseguido e precisa utilizar suas habilidades para não tomarem seu coração. lembra um pouco MINORITY REPORT, mas consegue ser inferior. A premissa é boa e rend…

CAMPANHA SOLIDÁRIA

JEAN ROLLIN - POETA DO HORROR

Confesso que preciso dar muita atenção ainda ao francês Jean Rollin. Meu primeiro contato com ele havia sido com o terrível ZOMBIE LAKE (1981), que na minha ingênua ignorância, coloquei a culpa pelo fracasso e cretinice do filme no diretor. Ainda continuo ingênuo e ignorante, mas melhorei um pouco de lá pra cá. Já considero o filme divertido, só que pelos motivos errados. Tem algumas das piores cenas de zumbis em ação que eu já vi, as maquiagens parecem ter sido feitas por uma criança, a trama é ridícula e chega a dar pena dos atores. Mas o negócio é não levar a sério, entrar no clima e dar boas risadas.

Só para dar mais informação, ZOMBIE LAKE era um projeto de outro diretor maluco, o Jess Franco, com todos os elementos característicos que só ele sabia trabalhar. O filme seria uma bomba de qualquer jeito, mas talvez não fosse tão ruim, já que Franco é mestre nesse tipo de coisa. Mas o sujeito desapareceu na véspera das filmagens e Jean Rollin foi chamado pelos produtores 6 horas ant…

PAT GARRET & BILLY THE KID (1973), de Sam Peckinpah

E finalmente chega em minhas mãos o terceiro lançamento em DVD realizado pela LUME da obra de Bloody Sam, o belíssimo faroeste PAT GARRET & BILY THE KID, um exemplar fundamental para sentir toda a essência do cinema de Peckinpah. E só não é o melhor faroeste feito pelo diretor, porque Peckinpah é tão fod!@#$, que já havia realizado alguns anos antes o melhor western de todos os tempos, na minha opinião: MEU ÓDIO SERÁ SUA HERANÇA.  

Adoro os westerns de John Ford, Budd Boetticher, Anthony Mann, Delmer Daves, Howard Hawks, etc, é inegável a importância dos filmes desses caras, mas pessoalmente sou apaixonado é pelo western dos anos 70, e final dos 60. E claro, os Spaghetti Westerns... mas estou me referindo ao cinema americano mesmo.

E PAT GARRET é lindo pra danar. A trama é bem simples, mas cheia de introspecção, situações complexas, personagens profundos. Peckinpah narra um dos duelos mais significantes do cinema, entre os personagens título, com uma sensibilidade impressionante, q…

ACTION JACKSON (1988), de Craig R. Baxley

Esta semana tive o prazer de rever este CLÁSSICO do cinema de ação policial, truculento até o talo, realizado em pleno calor dos anos 80!!! E um filme que possui a palavra “action” no título tem mais que a obrigação de alegrar o coração dos pobres infelizes que curtem esse tipo de produção, como é o meu caso... e ACTION JACKSON está longe de decepcionar!

E pra quem aprecia frases badass de efeito então, será agraciado com um bônus. O roteirista Robert Reneau desenvolveu uma trama simples, que não possui nada que já não tenhamos visto antes, mas em compensação, estava inspiradíssimo quando criou situações recheadas de taglines de rachar o bico! Logo no início, por exemplo, dois policiais prendem um trombadinha e, enquanto o levam para delegacia, descrevem Jericho “Action” Jackson, o sujeito mais casca grossa da polícia de Detroit, para amedrontar o pobre rapaz:

- Hey man, what's gon' happen to me? - Oh, nothing. Uh, wel-nothing much, uh... you might have to endure a little sessi…

ASSASSINOS DE ELITE (The Killer Elite, 1975), de Sam Peckinpah

Neste fim de semana chegou aqui em minhas mãos outro filme do mestre Sam Peckinpah lançado em DVD pela LUME, que eu havia comentado na semana passada. Trata-se de THE KILLER ELITE, ou ASSASSINOS DE ELITE, como foi intitulado pela distribuidora. Agora falta chegar o belíssimo western PAT GARRET & BILLY THE KID, também lançado recentemente pelo mesmo selo.

Apesar da festa com os lançamentos destes filmes do diretor, este aqui em especial nunca recebeu a devida atenção pela crítica e público. No Brasil, se não estou enganado, nunca havia sido lançado em vídeo. Até o próprio Peckinpah o considerava meio maldito. Ok, o filme não é uma obra prima, não chega ao nível de ALFREDO GARCIA, STRAW DOGS ou WILD BUNCH, mas não deixa de ser um puta filme de ação setentista, dirigido brilhantemente, com um elenco de primeira encabeçado por James Caan e Robert Duvall, e para coroar, além das habituais cenas de ação “peckinpanianas” realizadas com maestria, possui cenas de lutas com ninjas chineses…

OS CÃES DE GUERRA (The Dogs of War, 1980), de John Irvin

Julgar um filme pelo poster não é bom. Mas no caso de THE DOGS OF WAR, o cartaz aí em cima realmente conseguiu me enganar. Na minha cabeça tratava-se de mais uma daquelas produções de guerra recheadas de ação exagerada, tiroteios intermináveis, alta contagem de corpos e explosões a cada cinco minutos. Não é nada disso. Se quiserem algo do nível, também estrelado pelo Christophen Walken, recomendo este aqui. Ou se quiserem mais ação do diretor John Irvin, recomendo este outro aqui.

O mais próximo deste tom que THE DOGS OF WAR chega é nos último 15 minutos, e mesmo assim o diretor, que fazia sua estréia na direção para cinema, tenta manter a ação de seu filme dentro dos limites da realidade, sem os exageros habituais do gênero naquele período. Irvin dizia que pela sua experiência em filmar batalhas reais para a televisão nos anos sessenta, durante a guerra do Vietnã, possibilitou uma visão apurada de como as coisas aconteciam. E realmente, as cenas de combate são muito bem filmadas. A d…

MARCADO PARA A MORTE (Marked for Death, 1990), de Dwight H. Little

Mais conhecido pelos admiradores do Steven Seagal como “o filme em que ele enfrenta traficantes jamaicanos macumbeiros”, MARCADO PARA A MORTE é o terceiro dos quatro primeiros filmes do ator e que correspondem à fase de ouro de sua filmografia, ou seja, produções com um nível de qualidade interessante que independente de ser o Seagal o protagonista, renderiam ótimos exemplares de ação casca grossa. O único que faltava para eu comentar aqui no blog era este aqui. Os outros três são NICO, DIFÍCIL DE MATAR e FÚRIA MORTAL.

MARCADO PARA MORTE não podia começar de forma melhor. Seagal perseguindo a pé (correndo com sua típica movimentação de braços que lembra uma mocinha correndo do namorado) ninguém menos que Danny Trejo, numa pequena participação, quando nem sonhava que estrelaria um filme chamado MACHETE, o qual esperamos ansiosamente. Aliás, teremos a honra de ver um reencontro entre ele e o Seagal, já que este marcará presença como um vilão, aparentemente.

Voltando a MARCADO PARA A MORTE